sábado, 19 de março de 2011

A memória do ser-humano é realmente intrigante. Por mais que você tente lembrar daquilo, naquela hora, por mais que esforce a sua mente ao ponto de esboçar um daqueles peidos, só consegue frustração, você lembra do rosto do médico que tirou você do ventre de sua mãe mas não lembra da maldita coisa que queria. Contudo, três anos depois sentado no sofá da sala comendo pão com queijo e presunto você se pega lembrando de que devia ter inventado a máquina do tempo para voltar ao passado e fazer com que se lembrasse das coisas mas já não dava mais tempo pois já passou tempo e
E o que quero chegar com esta enrolação?
Estudar de um modo psicanalítico a memoria humana? Não, porra nenhuma.
Só escrevi essas delongas para dizer que irei fazer disto um diário, para um dia ter um lugar onde possa ler essas lembranças sórdidas que minha possível memória não lembraria por si só.
Ah, foda-se você e sua mãe que come feijão com pão fazendo rocambole com o pau do seu pai.

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