Dos Fascínios de Infância

domingo, 16 de outubro de 2011

Depois do balão escapar de minha mão, e após o desespero de tentar pega-lo e a angustia de perde-lo, ficava seguindo sua rota rumo às nuvens até não poder mais enxerga-lo e, em minha ignorância, pensava naquele mesmo balão flutuando até o espaço - que naquela época parecia ser misticamente mais fascinante do que a idealização de espaço (sideral) que tenho hoje - , encontrando espaçonaves com astronautas, passando por planetas, colidindo com asteroides e estrelas ou até mesmo entrando "em contato" com alienígenas. Pensava também em colocar alguma mensagem naquele balão "será que conseguirão (os astronautas) ler?"
Nunca havia passado pelo meu cérebro que momentos após  ultrapassar as nuvens - ou antes - o balão explodiria. Vieram professores e o conhecimento, acabaram com tudo.
Conhecimento, as vezes, é broxante.

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